terça-feira, 2 de outubro de 2007

FESTIVAL DE BANDAS DA ECOS




ECOS NA ROTA DA BOA MÚSICA

A escola prepara Festival de Bandas na abertura da Semana Acadêmica


A Escola de Comunicação Social prepara surpresas para a Semana Acadêmica do curso, que ocorre entre os dias 5 e 9 de Novembro. Uma das grandes inovações começadas nos dois dias que antecedem a semana (3 e 4 de Novembro), consiste em um Festival de Bandas, que terá a oportunidade de fazer da Ecos um cenário da rota da música de qualidade e que acaba divulgando novos talentos. O Festival será no Teatro do COP (ao lado do Circulo Operário).


O tema da Semana Acadêmica será "Mídias Alternativas", que terá também palestras, oficinas, e o retorno do Caça Talentos. O evento musical conta com a apresentação de cinco bandas, que obrigatoriamente devem ter no mínimo três composições próprias.


Os organizadores do festival e também músicos - Tiago Garcia e Solano Ferreira estão bastante empolgados com a repercussão positiva dos alunos da Ecos com relação ao festival. "Quem diria que de um bate papo de dois idealizadores musiciais sairia esse festival?", disse Tiago. Para logo em seguida, Solano complementar: "É importante salientar que o festival foi idéia, organização, tudo por parte dos alunos, sem envolvimento com o diretório acadêmico. E com a vinda do curso de Tecnologia em Produção Fonográfica com certeza esse ideal tende só a crescer", finalizou.


O Festival será exibido ao vivo pela TV Ucpel e tem o intuito de futuramente lançar um DVD com as canções exibidas.


Além de ser uma porta aberta para o cenário musical e juntamente para os novos talentos, propicia também que os alunos pratiquem atividades jornalísticas como, releases, entrevistas, fotografias, cobertura televisiva ao vivo. E também que os publicitários exercitem sua criatividade com a arte para cartazes, layout moderno...


Agora, resta achar uma boa companhia e ficar atentos aos novos talentos da música e em uma Semana Acadêmica repleta de novidades.





segunda-feira, 1 de outubro de 2007

ENTREVISTA Antonio Carlos Hohlfeldt


1 - Professor, durante a apresentação da sua palestra no 11º Celacom, o senhor foi muito especifico no que diz respeito a teóricos como Paulo Freire e Luiz Beltrão. Freire limitando a comunicação interpessoal e Beltrão focado para a comunicação mais massiva. Porém ambos analisando a comunicação de maneira horizontal. Como o senhor vê a contribuição desses pensadores para a comunicação atual?


Acho que ambos os pensadores possuem enorme importância para o pensamento comunicacional brasileiro. Beltrão foi capaz de trazer uma teoria internacional para uma realidade que não é apenas brasileira quanto pode ser útil em todas as sociedades em que a distância entre classes sociais se verifica. Assim, o pensamento folkcomunicacional foi capaz de entender um processo que, originalmente pensado “entre semelhantes”, pode nos auxiliar a compreender como uma sociedade de “dissemelhantes” se organiza e se torna dinâmica. No caso de Paulo Freire, sua teoria é de uma aplicabilidade prática admirável, de sorte que ambos se complementam, e não por um acaso: oriundos da mesma geografia e da mesma realidade cultural, dos mesmos problemas e enfrentando os mesmos desafios, evidenciam coerência e se complementam entre si.



2 - De que forma o senhor acredita que há o cruzamento entre Teoria do Jornalismo e Teoria da Comunicação?
A teoria do jornalismo é um campo que estuda as práticas e as técnicas do jornalismo, bem como suas aplicabilidades, limites e desafios. Falo em jornalismo genericamente, embora precisemos, depois, distinguir entre o jornalismo tal como se pratica na imprensa, no rádio, na televisão ou na internet. Mas há uma essência semelhante, que envolve a continuidade da informação, a busca e seleção de fontes, a periodicidade, e, sobretudo, o respeito ao receptor, que se traduz através da objetividade ou de outros tantos conceitos que marcam a necessidade de se resguardar o direito á informação do receptor através de narrativas múltiplas, com diferentes pontos de vista, que permitam ao receptor distinguir claramente quando recebe informação e quando recebe opinião, ou entender que há diferentes pontos de vista ou, ainda, que muitos dos acontecimentos não mencionados, nem por isso deixam de existir. Ou seja, o jornalismo precisa ter a humildade e a responsabilidade suficientes para reconhecer que suas narrativas são apenas parte de uma realidade muito mais ampla e complexa.


3 - Em uma entrevista o senhor definiu Jornalismo como - Técnica e Ciência. Por quê? Existe alguma forma de atuar no jornalismo sem uma dessas vertentes?


Técnica enquanto competências transmissíveis, princípios, práticas e procedimentos que podem ser reproduzidos de uma para outra pessoa. Ciência, enquanto o jornalismo é uma forma de conhecimento, ainda que uma forma específica de conhecimento, conforme tem longamente explanado, por exemplo, o prof. Eduardo Meditsch. Um conhecimento que se dá em torno de realidades que se encontram em desenvolvimento e que, portanto, é necessariamente relativo.


4-Em um jornalismo em que termos como a Teoria do Espelho, da objetividade, da imparcialidade, neutralidade estão quebradas, e no lugar, na grade televisiva é visto pouco espaço destinado ao jornalismo, e muito para o entretenimento. Como o senhor analisa o espaço que é dado ao jornalismo no Brasil hoje, e que futuro o senhor vê para o jornalismo, em que a maioria dos seus princípios estão um tanto utópicos.


Discordo de que a grade televisiva dá pouco espaço ao jornalismo. Acho que o jornalismo vem crescendo na grade televisiva como nunca. Ele é caro em sua produção, mas ele garante audiências. O que ocorre é o conceito de jornalismo aí aplicado. A televisão é um veículo essencialmente destinado ao divertimento ou entretenimento. Assim, o jornalismo, feliz ou infelizmente, precisa ser adaptado a essa mesma perspectiva. Daí a ênfase sobre a narratividade dramatizada, por exemplo, sobre as questões de emoções humanas, etc. mas há o jornalismo de serviços, ampliaram-se os programas de grandes reportagens, há canais especificamente voltados para isso... Quanto ao futuro, e sem querer fazer exercício de futurologia, é simples. O homem se caracteriza pela curiosidade. A pergunta “o quê” vai continuar sempre presente em nossas cabeças. E o jornalismo, por conseqüência, que é a prática de responder a tal indagação, continuará tendo o seu espaço garantido. Se a informação, como queriam os integrantes da Escola de Chicago, é a matéria-prima da sociedade humana, sem a qual a sociedade em si inexiste e não funciona, o jornalismo também é a matéria prima da sociedade, e ainda que diferindo em suas formas, vai continuar sendo um dos pilares de todos os processos comunicacionais. Cabe ao cidadão, contudo, exigir um processo informacional cada vez mais democrático, aberto, amplo e com diferentes pontos de vista. Mas não esqueçamos o que diz Lippmann: a própria competição se encarrega de melhorar tais processos. Observe que, durante a ditadura pós-68, foi a Manchete, um canal se maior expressão, que garantiu o melhor jornalismo até como alternativa para alguns pontos de IBOPE diante da pasmaceira da Globo. E aqui em Porto Alegre, um jornal como o Jornal do Comércio faz, no conjunto, o melhor jornalismo da cidade, arte porque os empresários que o assinam precisam dessas informações para as suas decisões. Ou seja, a informação é fundamental para a sociedade e, com isso, sempre haverá espaço para o bom jornalismo (ou melhor para o jornalismo, sem qualquer adjetivo) e para os veículos que o promovam em seus espaços.

RELEASE PÚBLICO INTERNO


ECOS DISPONIBLIZA LABORATÓRIO INDEPENDENTE PARA NOVO CURSO


O curso de Tecnologia em Produção Fonográfica terá seu próprio laboratório




O curso de Tecnologia em Produção Fonográfica anunciada durante a apresentação da banda Kleiton e Kledir no Teatro Guarany, pretende atender tanto o interesse pessoal do futuro artista que busca produzir o próprio disco quanto do aluno que pretende trabalhar em grandes gravadoras. Para isso, o curso será focado para facilitar o diálogo entre o artista e o produtor, com o objetivo de formar um cidadão que entenda o que o artista precisa musicalmente e para que músico tenha condições de coordenar melhor sua equipe de produção.

Em conversa com o Diretor da Ecos, Jairo Sanguiné Jr o novo curso terá um laboratório indepentente, não utilizando o laboratório de Rádio da escola. Desta forma, apenas terá acesso aos laboratórios de informática. Em um primeiro momento, o diretor afirma que irão alugar um estúdio, para logo em seguida construir uma estrutura dentro do Campus II, próximo da atual Tv UCpel.


O horário do curso será entre 16h às 19 H. O primeiro semestre do curso já está todo programado, com professores da área musical. Logo depois, poderão ser aproveitados alguns professores da escola.


Para os alunos que já estão cursando algum outro curso, e tem interesse em fazer o curso de Tecnologia em Produção Fonográfica devem se informar na Escola de Comunicação Social - (53) 2128 84 11. Mas já foi divulgado, que as únicas cadeiras que terão aproveitamento serão as religiosas. Para portadores de titulo o custo terá o abatimento de 50 %, para funcionários 75% e para mudança de curso não é necessário vestibular, apenas um requerimento e uma taxa de 50 reais. O curso terá 3 anos, com mensalidades de R$380,00.














RELEASE PARA PÚBLICO EXTERNO


TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO FONOGRÁFICA É O NOVO CURSO DA UCPEL

Pelotas traz mercado para os profissionais da música




O curso de Tecnologia em Produção Fonográfica, formatado por Kleiton Ramil, juntamente com o Reitor da Ucpel, Alencar Proença, a Pró reitora de Graduação, Myriam Siqueira e o diretor da Escola de Comunicação Social (sede do curso), Jairo Sanguiné Jr, pretende preparar produtores que atuem desde a composição e gravação até a divulgação e a distribuição do material produzido. Segundo o site da Ucpel, o reitor salientou o fato de o lançamento ter sido feito em um momento marcante: durante a apresentação da dupla, sendo apresentado ao público pelo próprio Kleiton. De acordo com ele, foi um momento forte, que demonstrou a integração entre artista e curso.



A novidade já fará parte do vestibular de verão da Ucpel, com o inicio do ano letivo em 2008. O local do curso será a Ecos e a duração é de três anos, com mensalidades inicialmente de R$ 380,00.


Assim, a universidade pretende atender um público diversificado que vai desde o leigo curioso pela área até um músico profissional.

"Contudo acredito que a maior parte dos alunos será aqueles que se encontram no meio termo; quem tem uma banda ou já toca e se interessa por música", afirma Kleiton. (Fonte www.diariopopular.com.br)

O profissional pode atuar em pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização, operação de som, divulgação e distribuição do produto final. Domina tecnologias de gravação e produção de CDs, opera estúdios de áudio e edita vinhetas e obras musicais. Pode atuar em produtoras, gravadoras, estúdios de gravação e sonorização de eventos e espetáculos.


"Mesmo que deixe de existir o CD,a gravação em si continuará a existir. A criatividade terá espaço constante no futuro, e a graduação de produtores fonográficos que tenham uma visão ampla de todos os aspectos envolvidos na vida de um artista virá suprir uma demanda de profissionalização existente na área", finalizou Kleiton, em entrevista para o Jornal do Almoço - RBS TV.






RELEASE PARA MÍDIA




EDUCAÇÃO
ESCOLA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL TERÁ CURSO ÚNICO NO PAÍS
Tecnologia em Produção Fonográfica é o novo curso da Ucpel

" A novidade vem direto da França para Pelotas". Foi assim, que Kleiton Ramil deu a notícia durante a apresentação do show da banda Kleiton e Kledir no Teatro Guarany no dia 23 de setembro (domingo) e que já deixou bastante interessados. O curso de Tecnologia em Produção Fonográfica formatado por Kleiton Ramil, tem o objetivo de formar um profissional que tenha visão técnica, artistica e também conhecimento de gestão em negócios.

A Escola de Comunicação Social foi escolhida para trazer este curso que é o único no país e que vai oferecer uma formação musical básica e técnica especifica da prática de produção em estúdio, além de trabalhar conteúdos de marketing aplicado à cultura musical, à gestão de negócios e à distribuição fonográfica.

A idéia surgiu de Kleiton que disse que era um antigo sonho seu, fomentado pela aproximação que teve com o mundo acadêmico durante seus 30 anos de carreira. A formatação se deu a partir de experiência prática na produção de seus próprios discos somado à acadêmica, depois de estudar na França, concluir o mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro e dar aulas na mesma universidade.

A novidade fará parte do vestibular de verão da Ucpel com início das aulas para 2008.
Mais informações: http://www.ucpel.tche.br/

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

CRÍTICA A RESTAURANTE


CULINÁRIA

O QUE FALAR DA CULINÁRIA PELOTENSE?

Diversidade de restaurantes, boa comida,mas algumas falhas no setor podem trazer problemas ao seus clientes.



Pelotas sempre foi sinônimo de comida de qualidade. Aqui se encontram diversos goumerts que estão sempre mostrando pratos diferenciados, especialmente durante a realização da Quinzena Gastronômica. O mais interessante em Pelotas é a diversidade de gostos, pois existem restaurantes da balança, churrascarias, restaurante japonês, tailandês, francês, pizzarias, fast foods e até mesmo um barzinho para petiscar e tomar um Chopp.


Mas ultimalmente, é percebido um certo descaso de alguns restaurantes em relação ao seu cliente. O Restaurante Taberna do Otto, sempre foi um dos melhores restaurantes da cidade, porém a última vez que fui lá, o prato que pedi veio trocado, o que pode acontecer em qualquer lugar, pois erros acontecem, principalmente quando o local está cheio. Porém, a forma como o garçom me atendeu foi deplorável. Ele simplesmente arrancou o prato da mesa, e se esqueceu da minha comida. E se acharam muito, imagine que o prato que não veio, foi cobrado ( e diga-se de passagem bem cobrado). Depois de muita dor de cabeça, consegui sair sem pagar e sem comer. Com a fome que estava, dirigi-me ao básico Mc Donalds.


Mas o fato dos restaurantes estarem cheios(absolutamente super lotados), é sempre motivo de dor de cabeça. Refiro-me a datas especiais, como Dias das Mães, Natal, Ano Novo. Essas datas, simplesmente desisti de comer fora. A Churrascaria Lobão e a extinta Estância do Saladeiro, em dias dessas datas, eu conseguia almoçar lá pelas 15 horas. E isso, que chegava lá por volta das 11:30. O que ocorria era que, a carne já não estava tão gostosa, mas por pena dos "pobres funcionários", que ainda não tinham almoçado, não reclamava. E o que falar da noite do Dia dos Namorados, simplesmente todos, digo TODOS os restaurantes estavam lotados. Acabei indo ao restaurante da família do meu namorado, o RUA XV e lá jantamos de forma muito romântica na cozinha do restaurante. Bela noite não é?.


Se tratando do RUA XV, por jantar lá quase todas as noites, posso falar que a comida é realmente excelente, porém a demora dos pratos, é extremamente dificil de suportar. E por se tratar de uma duplicidade de públicos alvos (ao mesmo tempo que é restaurante é também local de festa), o atendimento acaba sendo deficitário. É muito dificil achar funcionários que se encaixam nos dois padrões.


Agora, durante a Quinzena Gastrônomica que ocorrerá daqui uma semana, todos os goumerts fazem suas invenções culinárias, misturando maçã com farofa. Sim, de fato um dos pratos fará essa mistura. E não é que às vezes essas misturas ficam saborosas.


O que importa, é que restaurantes, como qualquer outro setor tem falhas, às vezes fatais, mas que muitas vezes conseguem ser supridas, pelo delicioso e quentinho prato servido à nossa mesa, com um bom vinho. O que não faz a nossa gula!


Por Viviane Moraes

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

CRÍTICA A PALESTRA


EDUCAÇÃO

Palestra com coordenador da PUC não supera expectativas.
A palestra com Nikão Duarte passou por momentos altos e baixos


Inscrições demoradas, datashow com problema e meia hora de atraso para o começo da palestra. Foi assim, que deu inicio a palestra com Luiz Antônio Nikão Duarte, coordenador da Comunicação Social da PUCRS, que palestrou sobre o tema – Relações com a Mídia - O caráter estratégico das Assessorias e o papel dos comunicadores.

O tema era muito interessante, e gerou grande expectativa entre os alunos, que lotaram o auditório do Campus II da Ucpel. Porém, aos poucos fomos ouvindo burburinhos, conversas, risadas, e os alunos saindo um por um. Na metade da palestra, grande parte dos alunos que lotaram o auditório, já haviam saido. O desinteresse dos alunos, deve-se por ele abordar temas “batidos”, obviedades e assuntos paralelos que não condiziam em nada com o tema. Dentre eles, falar por quase 05 minutos, que o sol faz mal a saúde, também que ele fala demais, gosta de um “vomitório” e que a PUC não tem problema em interferir as férias do professor para pedir entrevista.

Mas claro, que a palestra também abordou questões muito interessantes, como por exemplo, que as relações com a mídia devem ser uma razão de ser das Assessorias de Comunicação. A grande problemática é que como existem muitas “trocas” nesse meio, o interesse público fica em 2º plano, pois primeiro “te dou a notícia e você me disponibiliza os anúncios”. Essa é a relação da mídia atualmente. Por isso, hoje devemos desconfiar das assessorias, elas devem exercer funções de direito e principalmente de dever. Para ele, uma solução é que essas relações deveriam ser diretas com o departamento comercial, e não usar da sua imagem pessoal. Também, que a visita do diretor na redação é fundamental, o que não se pode é a visita do assessor, pois acaba intimidando a redação e assim pode ser interpretado como lobista.

Hoje, está tudo estalado na redação, assim não reproduz-se o ambiente que se encontra, o famoso olhar jornalístico, por isso o lugar do repórter é na rua. Ele acredita que a nova geração no sentido ético está melhorando, mas estão muito mais acomodados. “Os repórteres de ontem são melhores que os repórteres de hoje,está tudo muito mais fácil para o comunicador, antes os textos eram tijolos, não havia pirâmide invertida, lide e a publicidade era feita pelos jornalistas na redação. Já hoje, com todo o “google” possível os recém formados estão com preguiça de pensar. Há 20 anos atrás, não tinha nem fax e hoje se passa tudo pelo avanço exagerado das novas tecnologias. Daqui a pouco nós seremos mídia, já que atualmente tudo é mídia", disse Nikão.

As abordagens não geravam polêmica, discussão. A única provocação consistente do palestrante foi que a informação deve ser conquista do jornalista, não deve ser oferta de assessor ou de fonte. Deve-se buscar com o público, não com amigo, conhecido, pois nós que temos que ir atrás da informação. Contatos até é válido, mas lobby nunca (não podemos ser confundidos como lobistas da comunicação).

Porém, em nenhum momento falou de como as instituições trabalham essa relação do profissional com o sindicato, entre outros temas que seriam de grande interesse para os novos jornalistas.

A palestra passou por momentos altos e baixos, com temas interessantes e outros temas complemente saturados. Assim ,não superando a expectativa que se gerou em cima do tema. Ao final da palestra, com poucos presentes, não foi criado nenhum debate,e apenas uma pergunta sem grande repercussão.

Entre no site oficial da PUC - http://www.pucrs.br/